Quarta-feira, Setembro 13, 2006

Pensamentos

14-04-00 –.Ontem lendo o livro “O caminho para o Amanhecer¨de Henri J.M.Nouewn, fique impressionado com uma colocação sobre o” urgente e o importante¨. Quando conta que numa manhã contou suas inquietações a um padre jesuíta da Bélgica, que trabalha com seminaristas na França. Teria dito que passava o dia todo ocupado ou até superocupado e ao fim parecia não ter feito nada , ou nada de importante, ou que fosse realmente de sua intenção fazer.O padre lhe teria dito que se deve prestar atenção às coisas urgentes e às coisas importantes, e nunca deixar que as coisas urgentes governem nosso dia, sob pena de nunca se fazer o que é realmente importante, pois estamos cercados de coisas urgentes, ficando sempre descontentes por não sobrar tempo para as coisas importantes. Pensando sobre isso é que entendi o ditado ¨de boas intenções o inferno está cheio¨, pois estamos sempre com a intenção de fazer algo: uma visita a um amigo doente, auxiliar uma instituição qualquer, fazer uma boa confissão, ajudar na evangelização, procurar desafetos para a reconciliação, etc.etc. mas, nunca temos tempo. É a ditadura da urgência. Quantas vezes temos uma boa idéia para por em prática em qualquer terreno de nossa atividade mas como temos, naquele momento, algo urgente para fazer fica para depois... e, esquecemos ou quando a relembramos já não nos parece tão importante... Agora por exemplo que , tenho disposição para escrever, surgiu-me algo urgente para fazer, e lá vou eu, sem saber se é importante ou apenas urgente

18-04-00 – Estamos entregando tudo. O nosso governo na sua sede de privatizar, diz que o Estado não pode ser dono de empresas, pois precisa do dinheiro para educação, segurança e saúde. Após anos de privatizações, em que através do BNDES, financiou as estatais da Espanha e outros países, para comprarem as nossas estatais; depois de saneadas com dinheiro obtido no mercado internacional a juros acima do mercado (taxa de risco a que estão submetidos os países como o nosso), não temos notícia de que algum centavo obtido pelas vendas tenha proporcionado algum beneficio para o povo. Ao contrário, pretende-se aumentar algumas alíquotas, num jogo de manipulação chamado de ajuste fiscal¨ ou ¨reforma ¨. Esses novos ¨encargos¨como a CPMF são destinados a tapar furos do governo, ocasionados pelo próprio governo e não pelo povo. A previdência dita ¨quebrada ¨encontra-se nessa situação por questões puramente originadas nos e pelos governantes; ou o governo não contribuiu com sua parte, ou desviou os recursos para outras finalidades ou ainda demagogicamente concedeu benefícios ‘classes que nunca haviam contribuído, sem contar os FEFs, que tiram dinheiro do orçamento para fins discutíveis¨. Temos também uma outra mágica nas manipulações das privatizações. Vejamos: Amigos ou grupo de amigos compram a preços simbólicos os títulos públicos (esses papeis são chamados de ¨moeda podre ¨, pois de sã consciência, ninguém os recebe como dinheiro), com vencimentos para 5, 10 ou mais anos, originários de dívidas contraídas pelo governo, para as mais diversas finalidades, inclusive para a reforma agrária (quando alguns amigos conseguem vender imóveis desinteressantes por preços interessantes). De posse desses títulos (moeda-podre) adquiridos por 20 ou 30% de seu valor de rosto, vão para os leilões de privatização e pagam ágios elevados para obterem uma estatal saneada que imediatamente irá lhes proporcionar lucros, antes de qualquer investimento maior. No próximo balanço a nossa imprensa atenta,viril, fiscalizadora e moderna¨não poupará elogios à capacidade da empresa privada. A desonestidade, ineficiência e falta de recursos do governo é também largamente exaltada. E então, vamos vender mais uma estatal. O Banco do Brasil, a Caixa Econômica , o BNB e por aí vamos, pois, só assim a Brasil irá pra frente ... \O reeleito está mandando o Brasil em frente...
19.04.00 – Os governos sempre encontram u´a maneira de arrecadar dos contribuintes uma nova taxa, um novo encargo e atribuem a culpa dessa nova taxa ou desse novo encargo ao próprio contribuinte... Para salvar o motorista de si mesmo, diminuir a violência no trânsito institui novos mecanismos: azulzinhos, pardais, caetanos, etc ,. Mas, na verdade o que ele pretende é aumentar sua arrecadação, uma vez que os projetos orçamentários para o próximo ano, estimam o dobro de investimentos, com verbas oriundas desta arrecadação (multas). Se o objetivo: humanizar o transito, diminuir ou acabar com a violência, for alcançado a firma que foi criada para esse fim terá de acabar, extinguir-se-á, e não terá como previsto recursos para custear os novos investimentos.

in) COERENCIAS ...
A Igreja (católica) é acusada ou responsabilizada de perda de fiéis. Seus seguidores , afirmam, estão se afastando dela por que ela está cada vez mais se secularizando Seus padres estariam mais interessados nas coisas da sociedade ,(materiais, bem entendido), do que nas do espírito. Por isto o afastamento cada vez maior. - Tal afirmação me faz pensar que o discurso da Igreja não só não está sendo ouvido, como também rejeitado pelos poucos que ainda o escutam. No entanto, esses mesmos detratores acusam-na de impedir que o povo use a camisinha para se proteger da AIDS. Porque o povo, afinal, atenderia essa recomendação, da Igreja, se ignora outras mais importantes, a ponto de afastar-se de seus cultos? O normal seria que o povo desse tanta importância a essa ¨ordem¨, quanto à de não utilizar outros métodos anticoncepcionais. A Igreja, sabe-se, luta para conseguir de seus seguidores obediência. Seria admirável, que justamente , nesta recomendação é que conseguisse, a ponto de colocar em risco a Saúde Pública. Fica evidente que aquele que não obedece, não é um católico e, portanto, está fora do alcance da Igreja e, o que obedece, como católico, não porá em risco a saúde de ninguém, pois estará, como recomenda a Igreja adotando um comportamento ético e sem vícios.

25.07.00 -e o Lalau
Estamos agora atrás do Lalau. O juiz ladrão . Diz o Ministro da Justiça, que o homem tem muita sorte, por isso ainda não foi capturado. Diz o Presidente, que não admite mais vê-lo solto: Prendam-no. Subentende-se nesses casos, custe o que custar , por isso é quase certo que será apanhado, depois de gastos alguns milhões de reais ou dólares, em diligências, armadilhas, tocaias, etc. tal. Sabemos disso. Quanto se fala em custe o que custar, de duas coisas estamos certos. Uma: não vai custar barato. Duas: O objetivo será alcançado, pois é um jeito de explicar a gastança. Eu acrescentaria mais uma certeza a essas duas: a de que pouco tempo depois ele será solto por um habeas-corpus, desaparecerá no ar, e então será cassado o hábeas. E sairemos novamente atrás dele, desta vez sem muita intenção de pegá-lo, pois essa nova caçada não será (custe o que custar) pra valer, pois o país não pode parar para procurar o Lalau. É assim que funciona, sempre foi. Vejamos os casos dos corruptos do INSS, dos Cacciolas, e tantos e tantos outros. Basta puxar pela memória. E não vai ser o Lalau que vai quebrar esta escrita.


Dia 16/10/00
Diariamente vemos nos meios de comunicação, a exploração da imagem das pessoas com sentido puramente sensacionalista. Sempre (ou quase) fixando imagens de pessoas no auge do sentimento ou da emoção, com objetivo, acredito , de ¨ engrossar¨ a matéria em foco, sem se preocupar com a imagem da pessoa e, penso, que sem a autorização ou consentimento da ¨vitima¨. As pessoas, caso consultadas, penso, não concordariam, pelo menos sem ganharem um “cachê. Quem gratuitamente deixaria que sua imagem totalmente alterada pela emoção da perda de seus bens ou de pessoas de seus afetos fosse exibida apenas para que o repórter ou a emissora de TV em nome da noticia, ou do bem informar, obtenha alguns pontinhos a mais na contagem do IBOPE?
Penso que deva ser criada legislação, caso não exista ainda, para regulamentar esses procedimentos e, caso já existam normas, que as pessoas que não tenham manifestado explicitamente sua autorização, possam buscar indenização por via judicial. Não seria uma boa ?


Dia 18.02.01. Li hoje artigo de Décio Freitas (historiador) com o título “Abolição da alma”, onde comenta as mudanças havidas nas justificativas para a necessidade de limitação de filhos, no passar dos séculos 19, 20 e inicio deste 21. Alegava-se quando da teoria de Malthus, que a limitação da prole impunha-se porque a produção de alimentos não acompanharia o crescimento da população, depois os neomalthusianos, após a II Guerra, afirmavam que a limitação deveria atingir apenas os países subdesenvolvidos e que hoje se defende esta tese por motivos culturais: As crianças estão fora da moda! Discorre com grande propriedade o brilhante historiador sobre o fato de a cultura moderna entender que crianças não ajudam em nada, apenas atrapalham, desde a felicidade dos casais jovens, a carreira da mulher emancipada que teria coisa mais agradável para se distrair do que cuidar de filhos, que o que antes era egoísmo (não ter filhos) hoje é egoísmo terem filhos. Lembrei que um dos meus irmãos há alguns anos me disse que ter filhos era o pior investimento, pois era um investimento a fundo perdido, que alem de não propiciar qualquer retorno quase sempre necessitava, com certa regularidade, de reforço de capital. Ontem, numa relação de “máximas” que recebi pela internet (de uma filha), constatei que além de tudo isto ainda tem um agravante. Diz a máxima “trate bem o seu filho, ele é quem escolherá o seu asilo”. Mas voltando a seriedade do artigo citado, constata-se que os paises de 1º mundo ou desenvolvidos estão todos com o índice de fertilidade em baixa acentuada nos últimos 50 anos, menos os EUA por causa dos hispânicos e imigrantes, já que entre os anglo-saxões a queda é a mais acentuada de todos eles, causando nesses países necessidade de grandes imigrações e envelhecimento da população. Mas o surpreende, e por que não dizer assustador, para nós velhos, é a afirmação do presidente do Conselho de Relações Internacionais do EUA ; que a grande ameaça ao seu país e ao mundo neste século que inicia não são as bombas nucleares ou biológicas e químicas, terrorismos, supervirus devastadores, mudanças climáticas devastadoras ou conflitos financeiros , econômicos ou políticos mas os idosos. Entendemos que é assustador porque sabemos o que os norte-americanos costumam fazer aos seus inimigos até nem tanto perigosos, como estamos parecendo no momento. Se as políticas ditadas até agora que o perigo não estava bem definido, já era de evitar que o velho se aposentasse, fazendo morrer antes, e caso escapasse como muitos de nós o fizemos, deixa-lo a mingua defasando a cada ano o seu salário/aposentadoria, para que não pudesse comprar seja o medicamento necessário a uma sobrevida maior, seja o alimento necessário para sua alimentação diária já havia também tentativas isoladas de evitar o mal da aposentaria de maneira precoce, tornando o individuo de 45/50 anos inaceitável para qualquer emprego ou atividade remunerada. Agora que o inimigo está identificado, somos a bola de vez! E esses “caras” não costumam perder nenhuma tacada.

Poderes/Temores
19/02/01 – Poder e temor estão indubitavelmente associados em nossos conceitos humanos. Quando mais temores sentimos mais poderes necessitamos. Quanto mais poder, mais temor de perde-lo. Uma nação aumenta seus temores à medida que se torna mais poderosa. As pessoas assumem o poder e passam a ser temerosas, precisam de guardas-costa etc. O João-ninguém nada teme, já se for conduzido a um cargo importante esse mesmo cidadão passa a temer pela sua integridade , etc. Então, quanto mais poder mais temor o que nos leva a deduzir que o poder é fruto do medo ou que o medo é decorrência do poder. Qual o poderio bélico de uma nação subdesenvolvida da África ? O Que ela tem a temer? Qual o poderio dos EUA e o que tem a temer ? Só não tem medo quem não tem nenhum poder e a recíproca é verdadeira só tem medo quem detem poder/poderes. Qual o governo por mais poderoso que seja que não teme o povo, que não possuiu nenhum poder. O mais democrático governo é cheio de medos. Essa conversa toda é para entendermos que só possui efetivamente o poder ,no nosso sentido humano, que é de possuirmos poderes para afastarmos os temores. Já no plano divino a palavra passa a ter um sentido totalmente diverso. Deus detem todo o poder . Nada teme. E por nada temer é que pode permitir a liberdade total. A concessão da liberdade toda a todos é a grande prova do infinito poder de Deus. No mundo humano ninguém concede a todos a total liberdade, ela é sempre condicionada a regras, a espaços, enfim é sempre limitada. Em qualquer país dito livre, democrático ou que seja não existe a liberdade total, Você estará sempre limitado por uma lei, uma regra, uma policia, um agente ou o que seja. Para com Deus, não, tens a liberdade total, podes inclusive nega-lo, e negando-o desobedece-lo parcial ou totalmente e permanecer livre . Aí reside o verdadeiro poder. O poder de podendo intervir e fazer com que sua vontade seja cumprida, não o faz deixando-nos totalmente livres para fazer a nossa vontade contrariando-o, inclusive. Somente quem detém todo o poder, pode fazer isso. Somente o Todo-poderoso.


20.02.01 – A descoberta, ou melhor, a leitura do genoma humano, parece nos confirmar, que somos todos criados pelo mesmo Deus e que somos indiscutivelmente irmãos. À medida que a ciência avança vai achando/descobrindo tudo aquilo que já nos havia revelado o Senhor; mas teimamos em dizer que foi descoberta tal ou tal coisa como se desde o começo já não soubéssemos que seria assim, apenas nós ainda não compreendíamos . Temos o habito de duvidar ou considerar inexistente tudo o quanto não entendemos ou compreendemos. Nossa mente recusa-se a admitir algo maior que ela, quando não está iluminada pela fé, e a fé é desprezada pela ciência que só admite a existência daquilo que a nossa mente compreende ou entende. Ou seja, a inteligência somente aceita o que ela entende, mas não entende a si própria .Numa passagem do Evangelho, Jesus de depois de explicar algumas verdades ao povo simples, mas que requeriam fé para aceita-las (entende-las), disse depois de ser compreendido: “Agradeço, meu Pai, por teres mostrado aos humildes essas coisas, e as teres escondido dos sábios” O que pode ser entendido como: fácil de perceber pelos humildes, pelos que acreditam, tem fé; e escondido (deixado para que achem/descubram) dos sábios, aqueles que só acreditam depois que sua inteligência lhes esclarecer. Normalmente quanto maior a nossa inteligência e o nosso conhecimento, menor nós consideramos o nosso Deus, pois o nosso orgulho/egoísmo, ou seja, o que for torna mais difícil aceitar alguém maior que nós.

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Opiniões

12.07.98 Ninguém agüenta mais o ¨caso ¨Ronaldinho, e a copa perdida. Perdida ?! Não ganhamos a Copa mais fácil que disputamos, nem a de 50 que perdemos em casa foi tão vergonhosa; pois apesar de termos uma equipe superior aos uruguaios naquela época e de termos perdido ¨meio¨no grito, no excesso de autoconfiança e de vaidade, inclusive, dos cartolas, não foi essa ¨entregada¨para a França. Revisemos alguns pontos:
a- ¨Ronaldinho foi quem se escalou; ao afirmar que estava bem, ótimo mesmo. – Pode um jogador que teve uma convulsão decidir se esta ou não bem ?
b- Como Zagallo iria deixa-lo fora ? E se perdesse como se explicaria ? – Um jogador não pode deixar um titular fora do jogo para causa de sua saúde, para preserva-la , ou o titulo está acima ?
c- O médico da seleção disse que deixou o jogador ser escalado por que os médicos franceses disseram que ele não tinha nada de anormal, segundo os exames efetuados aquela tarde. – Nosso médico deve ter concluído que a convulsão que ele presenciou juntamente com os demais jogadores não existiu, ou então que era normal. Ou ainda, ele não entende de nada e não deveria ter acompanhado a seleção e sim alguém que alem do diploma fosse capaz.o e sim alguém que alem do diploma fosse capaz.

O dr Lídio disse que o Ronaldinho tinha tomado apenas um comprimido : ¨aquele azulzinho .. como é mesmo o nome ?? perguntou dirigindo-se à platéia.) O nosso médico não sabe sequer o nome dos remédios que prescreve?
c- E – Como iremos explicar esses fatos e outros eu ocorreram com nossa seleção na França? No futuro, possivelmente essas questões terão se perdido e as respostas terão ficado junto com as que respondem outras perguntas tipo: Por que o Jânio Quadros renunciou? Quem mandou botar a bomba no Rio Centro? Quem lucrou com a quebra do Econômico ,do Nacional? E do Bamerindus? Com a privatização da Vale, da CRT, da CEEE, da RFFRGS, das estradas? Quem matou o PC Farias .etc.etc.etc.
d- F- se é a NIKE que decide quando, onde e contra quem a seleção vai jogar, não será ela quem deve ganhar ? Se m/m 100 desembargadores do Tribunal do Rio, juntamente com suas esposas e demais familiares foram para a França, fazer turismo enquanto se desenrolava a Copa, hospedados em hotéis 5 estrelas e com direito a toda mordomia possível, por conta da CBF, caso o povo decida que a justiça deve julgar os desmandos da CBF, serão eles que julgarão? (Possivelmente).

Terça-feira, Novembro 08, 2005

opiniões

11.08.05 - Viadagem na cronica esportiva/futebolistica.

De algum tempo para cá tenho notado que o componente" viadagem" tem crescido avassaladoramente nas reportagens sobre futebol. Comecei a algum tempo, notar que o futebol estava sendo envolvido pela " frescura" que assola o país. Surgiram as primeiras poesias futebolisticas ( DE GOSTO DUVIDOSO) do jornalista e festejado poeta Armando Nogueira, um especialista neste tipo de comentario/poema. Depois começaram as reportagens sobre clubes e jogadores serem declamadas na televisão , não demorou até materias sobre jogos ou jogadores serem tambem apresentadas desta forma ( declamadas). Mas até aí tudo bem! São modismos embora afrescalhados. Já se nota que a coisa está indo mais longe ; se ouvem entusiasticos " garotinho!" , " zagueirão!" , " garoto dos cabelos esvoaçantes" ,"etc" ditos com certo enlevo e ainda reportagens sobre jovens jogadores em que são mostrados seus " quartinhos" com brinquedinhos, ursinhos , cartinhas recebidas etc. outras ( reportagens) com eles nos salões de beleza fazendo unhas, cabelinhos , apliques , etc., além de informações obre seus companheiros de quartos quando em viagem, brinquedinhos que fazem entre eles , apelidos etc. . Num esporte que o que interessa são os resultados e as atuações dentro do campos nos "noventa", parece que essa "galinhagem" toda é coisa de viado , falta de assunto/competência dos profissionais encarregados das coberturas ou talvez excesso de espaço e de tempo para o futebol , nos diversos orgãos da mídia , ou ainda devido o excessivo numero jornalistas para o mister haja necessidade de " diversificar " o que estão fazendo para agrado de alguns e chateação da maioria.

Sexta-feira, Outubro 21, 2005

Opiniões

25/02/05 – Final de veraneio e deparamos novamente com mais uma “grande polêmica”. Como todos as outras “grandes” no fundo mesmo umas grandes bobagens. Os veranistas reclamam da Cavalgada nas Praias, - uma grande besteira. Porque cavalgar nas praias? Cavalgue-se nas estradas nos campos, nas ruas, nos pátios, mas por que nas praias? Da mesma forma que levar cachorros, para a praia? Levem para a sala, para o quarto, para o banheiro, para o sofá, para a cama, mas por que para a praia? Vemos que na época dos veraneios os assuntos importantes também tiram férias deixando-nos às voltas com estas questões. Rigorosamente não deveriam surgir esses tipos de problema (polemica), todos sabem que levar animais para defecarem nas praias onde a maioria refugia-se do calor, nesta época, não é correto, nem higiênico caracterizando-se como desrespeito. Por que fazem?

26/02/05 . Creio que a saída para a infinidade de “sem” - terra, casa, emprego, etc – é um movimento semelhante ao dos sem-terra promovido pelos sem-teto urbanos visando à ocupação das casas de veraneio na praia e dos sítios na serra. Tratam-se de cidades inteiras com toda a infra-estrutura de uma grande cidade, que permanecem sem utilização durante praticamente 10 meses. A ocupação permitiria a empresas do governo ou particulares a se instalarem imediatamente nessas localidades ocupando a mão-de-obra disponível gerando trabalho, impostos e bem estar social. O custo, bom esse é outra historia, como também tem sido a desapropriação de terras que entregues aos colonos implica em mais e maiores investimentos do governo sem perspectivas de retorno o que não aconteceria na ocupação urbana.

29/03/05- Às vezes penso que sou muito alienado, muito burro e quase imbecil. Pode ser que não seja tudo isso, mas algum desses problemas seguramente me atinge, pois não consigo entender a existência de programas de televisão como o BBB. É dose, alem de conseguir pessoas em numero suficiente para manter o programa no ar, pois sabemos que sem audiência nada permanece na programação da TV, - vai mais longe ao levar milhões de pessoas a gastarem em impulsos telefônicos para votar num ou noutro candidato para livra-lo de paredão e de outras bobagens. Compreendo que é o mesmo fenômeno que faz com que muitos desaprovem, de modo enfático o Paulo Coelho e, ele seja um sucesso indiscutível. Entendo a eleição do Severino para a Presidência da Câmara dos Deputados, o índice de audiência do Faustão, do Ratinho, das muitas Galisteus e Ximenes, das Xuxas e Angélicas, o sucesso musical dos Almôndegas , Chitãozinho e Chororó e tantos outros, enfim entendo e compreendo tudo, pois sucesso não se explica, o que eu não entendo é que eu não me enquadre em nenhum desses grupos de admiradores, daí a inquietação com que comecei escrever este trecho

31.03.05 A Eutanásia da Terri nos States nos leva a pensar em muitas coisas. O Bush ficou totalmente possesso ao saber que iriam desligar os aparelhos da moça que vive há 40 anos m/m em estado vegetativo , tomou o seu avião , viajou por horas e assinou uma nova legislação para evitar a aceleração da morte da Terri. Esse mesmo Bush que sem nenhum prurido de humanidade manda bombardear civis , hospitais, creches no Iraque. O povo americano que defende ferrenhamente o aborto, desprezando toda a expectativa da vida incipiente, ficou chocado com a possibilidade de matarem a Terri em estado terminal. Dá para entnder?

01.04.05 -O CTG Lalau Miranda , um dos mais antigos do estado expulsou do seu salão de bailes um gaúcho de “brinquinho” na orelha. O mundo quase que caiu todos se acham no direito de defender o uso dos brincos porque os piratas eram “machos” e usavam alem de outros grupos de machos também terem usado ou ainda usar . Mais uma vez fico pensando em como as pessoas gostam de se meterem na vida das outras pessoas ou das instituições as quais não pertencem. Vejamos :
1º) Os piratas, sabemos que são aqueles que não admitiam mulheres nos navios, por que dava azar, o negocio deles era só macho mesmo;
2º) Os demais grupos pertencem ao mesmo pensamento apenas estão imiscuídos entre a população onde são aceitos em nome do corretamente político e do antipreconceito,
3º) Um clube que possui um estatuto e um regulamento e rege-se por ele , quem quiser freqüentá-lo deve submeter-se, ou pedir sua exclusão do quadro social. Não cabe aos “externos” manifestações de agrado ao desagrado, apenas decidir se aceita, para se associar ou se não, para manter-se afastado. É simples, mas temos o hábito de “metermos a nossa colher torta” em todas as panelas que enxergamos

22/02/05 – O MST (Movimento dos Sem Terra) – é um dos grandes responsáveis pela contenção da violência urbana. O M S T – Movimento dos Sem Terra é a grande invenção brasileira. A reforma agrária deveria ter sido implantada entre 1960/70. Hoje 25 has, de terra não resolvem o problema de uma família de camponeses, como resolveu dos imigrantes no final do século XIX. O MST está agregando os miseráveis das cidades o que favorece os centros urbanos inchados por favelas de desassistidos de toda ordem. A natureza “nômade” dos acampamentos não incomoda os “favorecidos” por muito tempo, havendo sempre um rodízio, o que permite a cada um pensar: “o meu problema está resolvido”! Conservam agrupados e razoavelmente disciplinados milhares de pessoas possibilitando o seu controle, fiscalização e eventual repressão com o mínimo de custos. A esperança, algumas cestas básicas, raras escolas, e precária assistência médica mantém contingentes enormes, afastados das periferias das cidades, da mendicância e do crime, o que não seria possível em cidades ou vilarejos. Entre eles estão os que “verdadeiramente” representam perigo: aqueles que mesmo que houvesse terra ou trabalho não se adaptariam, o que, por conseguinte nos colocaria num impasse, não poderíamos prende-los por falta de presídios, e outras medidas mais drásticas que apregoadas não são permitidas nem pela lei nem pela consciência. Mais uma vez o Brasil da exemplo ao mundo. fazemos aqui o que a ONU faz no mundo inteiro com refugiados e outros desprezados pelos seus paises e pelos dos outros. Poderíamos concorrer ao Nobel da Paz?

Quinta-feira, Outubro 20, 2005

Pensamentos, impressões e palpites

– Nós e a justiça – Temos quase todos nós a tendência de entendermos que houve justiça, quando um fato é julgado e o veredicto confere com a nossa opinião ou conveniência/interesse, por isso quando certas decisões ferem interesses de pessoas ou orgãos que tem poder de falar e serem ouvidos, o estardalhaço é tamanho que parece que representa o clamor de toda a população, e imediatamente são colocadas dúvidas sobre a honestidade e a honorabilidade dos julgadores.
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. A vida nos dá muitas alegrias, mas as tristezas parecem marcar mais. Porque? Porque apenas uma tristeza nos faz esquecer todas as alegrias ? E todas as alegrias não nos fazem sequer abrandar uma tristeza ? Porque as pessoas que amamos e que nos amam são sempre as que nos fazem sofrer? Porque não sentimos a alegria que sentem, mesmo sem participar, sem ser o motivo, quando trocam nossa atenção, nosso zelo, por outros que lhe agradam mais ? Deveria ser assim,não? Pois se as amamos, a nossa alegria deveria ser a delas, como suas tristezas quase são as nossas. 03/07/90.


06.11.90 – A Igreja os padres e nós- Já há alguns dias venho acompanhando pela imprensa , pronunciamentos e posicionamentos de pessoas as mais diversas, sobre o padre e o casamento. A grande maioria dos opinantes diz: católico apostólico romano, mas ao continuar seu pronunciamento, nota-se que foi batizado (pelos pais), talvez tenha feito a 1ª comunhão (ainda por imposição dos pais e alguns foram coroinhas, não por religião, mas por ¨status¨, e aí terminou sua formação religiosa, e o seu catolicismo.São essas pessoas que do alto do seu saber religioso querem opinar sobre o celibato religioso determinado pela Igreja. Cabe então uma pergunta:o que pessoas como essas tem a ver com o fato do padre casar ou não ? Preocupados com a evangelização ou com a vocação é que não estão, pois não estão sequer engajados nos movimentos da Igreja, desconhecendo-os e a tudo que diz respeito as suas ações. O assunto interessa e afeta apenas a Igreja e aos padres . Deixemos que os assuntos internos da Igreja sejam tratados por ela. Ainda não ouvi ou vi , esses mesmos debatedores e opinantes imiscuírem-se em questões de outras religiões, para dizer-lhes como devem proceder e se estão ou não corretas suas atitudes. Deixemos os dirigentes da Igreja seus padres e os fieis com seus problemas e os ¨infiéis ¨que opinem cada um em sua área de atuação, nem sempre bem administradas ou atendidas

03.02.98 Biografia – Não acredito em sua autenticidade, nem na autobiografia podemos confiar totalmente. Fatos que ocorreram comigo, me são narrados de maneira diversa da que me lembro. Contam-me coisas que fiz, que disse ou participei, que se me fosse dado contar o faria de maneira diferente/diversa.. Cada um vê ouve ou sente, conforme seu estado de espírito, sua conveniência ou simpatia. Coisas simples que fiz são contadas a outras pessoas, em minha presença, inclusive, como algo admirável. Na minha ausência , não sei.


As coisas não mudam tanto quanto nós mudamos. As coisas não eram diferentes (melhores ou piores) no ¨nosso tempo: nós é que éramos diferentes (melhores ou piores) no ¨nosso tempo¨.


Coisas que aproveito por ter ouvido: Velho é a pessoa com 20 anos mais que nós. Verifique. Quem é velho para você ? Tudo dependerá da sua idade

As privatizações são ótimas. Para quem ? As reformas são necessárias. Para quem ? O cambio está bom. Para quem ? devemos privatizar, porque o Estado não demite funcionários e nem fecha empresa deficitária.A iniciativa privada sim . Por isso primeiro ¨saneamos¨nossas empresas e depois vendemos (será vendemos a palavra mais correta?) para empresários demitirem e ganharem dinheiro, com o patrimônio que custou o sacrifício de gerações. Depois que privatizarmos tudo, demitirmos todos inclusive os que tinham estabilidade e através de impostos crescentes em valor e número, quebrarmos boa parte de nossas médias empresas (nessa hora as pequenas já foram), o que faremos desse país ¨enxuto¨, sem funcionários, sem operários, sem salários, sem moral ? Privatizá-lo-emos também ?(03/02/98)

04.02.98 Às vezes o difícil é parar. Mesmo quando você já está consciente que tudo que tinha dizer já foi dito. Mas difícil, é deixar para o outro a última palavra.

Se mudares de opinião sobre alguma coisa, não diga a ninguém. Não acreditarão. Para as outras pessoas, somos o que elas querem/acreditam e não o que realmente somos

Somente Deus pode ver num pecador, um convertido. Nós o veremos sempre como pecador (cachorro que come ovelha ...). Exigimos que as pessoas sejam ¨para sempre¨desta ou daquela maneira, mas nós estamos sempre mudando. Não nos lembramos com exatidão, com nitidez, o quanto estamos diferentes do que fomos na maior parte do tempo; Somos um quando irados; outro quando calmos, como não existe ¨média¨ ficamos sem saber se o nosso verdadeiro ¨eu¨é aquele capaz de tudo que dizemos quando brabos ou aquele capaz de quase todas as bondades quando calmo. A diferença entre a calma , a bondade, a tranqüilidade e a raiva, a malvadez e o nervosismo são o nosso interesse, atendido ou contrariado

Como é bom vermos os outros felizes, quando nós também estamos; senão que raiva nos dá.

Fazer o bem para quem é bom é fácil, para o mau é que é difícil. Qual deles tem maior mérito ao praticá-lo?

Agradar aos grandes, importantes, poderosos é comum, aos pequenos, deserdados, fracos, só quando interessa

As pessoas em nossas vidas são partes integrantes de tal modo que às vezes chego a ficar assustado. O meu pai é na minha vida até hoje uma presença constante. Como se estivesse logo ali, e que me vê, me ouve e às vezes na certeza de sua pesença procuro proceder como ele faria, segundo meu entendimento. Nunca tivemos grandes contatos, grande amizade/companheirismo. Quando pequenos ele trabalhava e nós estudávamos, o contato não era grande em termos companheirismo. Cedo, quando rapaz, já não o procurava muito pois, tínhamos outras atividades e interesses diversos. Logo o trabalho, em seguida o casamento, mais um pouco a mudança de cidade e assim foi nosso relacionamento, mas eu sempre soube/acreditei que ele era uma espécie de esteio, de fortaleza e que o fato de estar à disposição, mesmo quando distante, me dava segurança . Parece incrível, mas mesmo agora tenho essa mesma impressão.

Amor e sexo.- Acho que já escrevi, mas vou faze-lo novamente. As pessoas usam a palavra amor como sinônimo de sexo em muitas oportunidades, fazendo com que a essa palavra perca quase que inteiramente o verdadeiro significado Começando pelo já habitual ¨fazer amor ¨, fazendo amor, como se amor fosse um ato praticável, e não um sentimento, que como diz a palavra é sentido e não feito. Outras afirmações ou conotações contribuem para essa ¨confusão¨: como por exemplo: matei por amor , abandonei (ela ou ele) por ama-lo/a demais e outras que fazem parecer que amor exige exclusividade, que amor exige retribuição, que amor implica em relação sexual. Tudo muito errado, o Amor é uma estrada de uma via só (que poderá ter 2 ou mais, mas não necessariamente) o Amor é um sentimento destituído de qualquer egoísmo, de qualquer cobrança, de qualquer retribuição. Para melhor entende-lo basta falar de Deus. Deus é Amor. Deus nos ama independentemente de nós O amarmos ou sequer conhecermos. Nos ama mesmo quando nós o desrespeitamos , desobedecemos ou mesmo o ofendemos. É o amor brotando em nossa direção, enviando-nos verdadeiras chuvas de graças que muitos de nós alem de não notar o quanto somos amados, ainda o renegamos. Quanto mais o ofendemos mais ele nos ama na esperança de que seu amor seja suficiente para nos salvar. É um amor incondicional, permanente e esperançoso (espera sempre que sejamos felizes) Para ficarmos mais próximos de nossa realidade podemos dizer que dos nossos sentimentos o que mais aproxima deste amor é o que os pais dedicam a seus filhos (a maioria). Pois, independente do que os filhos façam, digam, pensem ou sejam, são amados, sem exijgencia de retribuição por parte deles, apenas a esperança de que sejam felizes. A deturpação do uso da palavra impede de falar-se de amor entre pessoas para as quais haja impraticabilidade ou impossibilidade de sexo, o que é um absurdo. Alguns dizem fazer ¨amor¨, ninguém fez, faz ou fará amor. Amor não se faz, se sente. O que querem dizer é que fizeram, fazem ou farão é sexo, mas para não parecer algo frio, totalmente desconectando dos sentimentos, usam essa expressão na tentativa de espiritualizar o ato puramente físico. Pois mesmo quando existe amor o que se faz é sexo mesmo e não amor.

16.02.98 – Quando , como hoje de manhã, ouço alguma música, sinto como disse o Mário Quintana ¨uma saudade infinita das ruas que nunca andei ¨. Dizendo melhor: Quando ouço uma musica, vejo um filme ou leio um livro, claro que não precisa ser sempre a mesma musica , o mesmo cenário, o mesmo texto, sinto uma sensação muito próxima da saudade, algo dolorido e gostoso, como se lembrasse alguma coisa indefinida conscientemente, mas que causa grande satisfação espiritual. Isso me faz acreditar na chamada ¨memória genética¨, algum antepassado deve ter visto, ouvido ou sentido algo relacionado com o que está agora ao alcance dos meus sentidos e de ter sido impressionado profundamente ¨ a ponto¨ de imprimir de maneira indelével em seus genes, passando a transmitir hereditariamente um sentimento da coisa vista, ouvida ou sentida

Quase não se vê ninguém (ou será alguém) agradecendo a Deus, e temos diariamente milhões de razões para faze-lo. Como a luz, a água,o pai, a mãe. Só sentimos sua importância quando os perdemos ou nos faltam. Assim é com Deus somente na hora em que parece que se afastou de nós é que sentimos sua falta. Digo , parece, porque Ele nunca se afasta de nós, nós é que nos afastamos Dele aos poucos, até termos a impressão de que Ele não está mais ao nosso lado. Mas Ele permanece ali, apenas aguardando a nossa volta, o nosso chamado, como se nada tivesse acontecido, como se sempre estivéssemos com Ele e não apenas Ele conosco.

04.02.98 – Qual a intenção que se esconde atrás de todo o bem feito a outrem ? A que está atrás do mal quase sempre o sabemos.

Para o ¨bom¨, cometer uma maldade é uma violência contra a sua natureza, será o mesmo para o ¨mau¨ cometer uma bondade?


Tenho grande dificuldade para aceitar certas pessoas, no entanto, aceito-as. Estou agindo corretamente ou sendo hipócrita ?

As pessoas não gostam de ser feias, más, injustas, desonestas, por isso fazem plasticas, mentem, enganam. O governo também.

Alguma vez já ouvimos um pronunciamento oficial dizendo a verdade ? Por que os ouvimos ? Somos enganados diariamente pelos governantes, com mentiras, meias-verdades, falcatruas, etc. Na hora de escolhermos outros (governantes) escolhemos os mesmos. Será que gostamos de ser enganados, ou gostamos dos que nos enganam, por ver neles nossa ¨imagem e semelhança¨?

A suspeita é pior do que a culpa. A culpa você tem, a suspeita você sofre . A culpa você tem mesmo que ninguém suspeite. A suspeita você sofre mesmo sem ter culpa ou mesmo saber.

. Assim como felicidade, a infelicidade é colocada por nós dentro de nossa cabeça. Você pode ser feliz e não saber, mas se for infeliz, saberá

Fomos feitos para nos expressar por palavras, quando elas nos faltam, choramos ou rimos.

Todo o planejamento deve ser feito para curto prazo. Pois se ele não for alterado, em menos de 10 anos, você será.

Não devemos pensar na morte, nem como amiga nem como inimiga, mas como alguém que você não quer encontrar.Mas quanto mais você protelar esse encontro mais próximo ele estará

Já pensou, um dia você ter todas as respostas?!Passamos , às vezes, a vida inteira temendo algo que nunca nos atingirá, e somos atingidos por algo que nunca tememos.

A segurança é que nos torna inseguros, assim como a crença é que cria os incrédulos. Como é difícil crer, quando queremos entender ! A fé apesar de ser um ato racional, tem de ser totalmente destituído de razões, sob pena de deixar de ser fé, para ser constatação.

A independência atemoriza. Temos medo da liberdade. No fundo temos medo do que poderemos fazer com a liberdade, por isso criamos leis, regulamentos, etc.

05.02.98 Ciúme.Quem sofre mais. O sujeito ou o objeto ?

Felicidade é tudo e é nada.

06.02.98 – O Filho quando da decisão de encarnar-se (fazer-se homem), demonstrou todo o amor de Deus por nós. Nesse instante – decidiu que morreria por nós, não tivesse se feito homem jamais morreria, mas uma vez nascido homem teria necessariamente de morrer. A decisão de se sacrificar por nós foi inteiramente Dele. A forma como morreu foi decisão inteiramente nossa. Fica invalidada a tese/ teoria de que , se Judas não o traísse, nos não seríamos salvos. Qualquer que fosse sua morte e por ser homem teria que morrer, ela sempre seria por nós pois por nós se encarnou, para nos ensinar o Caminho, a Verdade e a Vida, mesmo que tivesse morrido de morte natural o seria por nós . Ela, a morte natural, não impediria a ressurreição nem a nossa salvação, nem diminuiria o tamanho de sua doação e de seu Amor.

Segunda-feira, Junho 27, 2005

Além disso...

Sedução – Neste terreno sofremos uma grande depreciação, pois à medida que a experiência nos torna mais exigentes, nos torna também menos interessantes.

A segurança é que nos torna inseguros, assim como a crença é que cria os incrédulos. Como é difícil crer, quando queremos entender ! A fé apesar de ser um ato racional, tem de ser totalmente destituído de razões, sob pena de deixar de ser fé, para ser constatação.

Além disso...

Para as outras pessoas, somos o que elas querem/acreditam e não o que realmente somos.



Qual a intenção que se esconde atrás de todo o bem feito a outrem ? A que está atrás do mal quase sempre o sabemosTenho grande dificuldade para aceitar certas pessoas, no entanto, aceito-as. Estou agindo corretamente ou sendo hipócrita

A suspeita é pior do que a culpa. A culpa você tem, a suspeita você sofre sem ter a culpa. A culpa você tem mesmo que ninguém suspeite. A suspeita você sofre mesmo que você não saiba .

Na hora de escolhermos nossos governantes votamos nos mesmos. Será que gostamos de ser enganados, ou gostamos dos que nos enganam, por ver neles nossa ¨imagem e semelhança¨?
. Você pode ser feliz e não saber, mas se for infeliz, saberá.

Fomos feitos para nos expressar por palavras, quando elas nos faltam, choramos

Não devemos pensar na morte, nem como amiga nem como inimiga, mas como alguém que você não quer encontrar. Quanto mais você tenta protelar esse encontro mais próximo ele estará.

Passamos , às vezes, a vida inteira temendo algo que nunca nos atingirá, e somos atingidos por algo que nunca tememos.

Fomos feitos para nos expressar por palavras, quando elas nos faltam, choramos

Além disso...

Exigimos que as pessoas sejam para sempre desta ou daquela maneira, mas nós estamos sempre mudando. Não nos lembramos com exatidão, com nitidez, o quanto estamos diferentes do que fomos na maior parte do tempo. Somos um, quando irados; outro quando calmos, como não existe ¨média¨ ficamos sem saber se o nosso verdadeiro ¨eu¨ é aquele capaz de todo o mal que dizemos quando brabos ou aquele capaz de quase todas as bondades quando calmo. A diferença entre a calma, a bondade, a tranqüilidade e a raiva, a malvadez e o nervosismo é o nosso interesse, atendido ou contrariado.

Além disso...

Para as outras pessoas, somos o que elas querem/acreditam e não o que realmente somos.

Além disso...

Às vezes o difícil é parar. Mesmo quando você já está consciente que tudo que tinha dizer já foi dito. Mas difícil, é deixar para o outro a última palavra.

Domingo, Junho 05, 2005

Sobre religião, igreja, padres, , etc.

20/08/01
a) Padres em geral/celibato- O fato dos padres, por tradição, serem celibatários, assim como o fato de usarem batina, serviu durante muito tempo para impor-lhes um “ar” de autoridade, um “que” de superioridade. Isso já não funciona mais, a batina “evaporou-se” e foi bom para u’a maior integração deles na sociedade, o que trouxe, acredito, benefícios tanto para eles como para a sociedade. Já o celibato, funciona hoje de modo inverso, talvez pelo fato de ter sido tão mal observado nos últimos anos, ou pelo fato de não ser casado hoje, não ter o significado que tinha há alguns anos., o celibato do padre é encarado de forma totalmente contrária ao desejado. Ele é considerado uma pessoa “inferior”, um pária . A idéia generalizada é de que o padre não casa, mas que tem mulher extra-oficialmente, ilegalmente e indisciplinadamente, ou farisaicamente, ninguém mais acredita no “celibato do padre”, que não obstante poderá ocorrer em alguns casos. A Igreja deverá encarar o problema frontalmente, pois a falta de posicionamento, como ocorre hoje, em que os casos sabidos se somam sem u’a medida exemplar e definitiva da Igreja, contribui para que o mundo católico ou não, cada vez acredite menos na “seriedade” dos padres e conseqüentemente de tudo relacionado com eles. Os padres hoje são vistos, como fariseus (túmulos caiados) e nem todos o são. Há muitos modos de resolver o problema, desde a eliminação do celibato, passando pelo meio-termo (sacerdotes celibatários e sacerdotes não-celibatários) ordenação primeiramente de leigos casados formando um tipo de padres diocesanos e sem possibilidade de acesso a carreira eclesiástica,, permanecendo padres naquela diocese , para sempre. Ao mesmo tempo poderia ser aberta a carreira de padre com preparação específica, para jovens, que poderiam ou não fazer votos de celibato (entendo que voto de castidade não é o termo, pois a pessoa poderá ser casada e casta um estado não é necessariamente oposto ao outro), ou simplesmente abolir a exigência do celibato para futuros padres, abrindo ou não a possibilidade para os atuais de casarem ou legalizarem suas uniões. Essa atitude, por parte da Igreja, além de acrescentar-lhe credibilidade, sensibilidade e humanidade, acrescentaria respeitabilidade, pois mostraria que não prega uma coisa e vive outra. Esse fato é idêntico ao da mulher do César, que não poderia apenas “ser honesta”, teria de também “parecer” honesta. Os padres talvez até sejam, mas não parecem.

Sobre religião, igreja, padres, , etc.

04.01.98 As coisas que escrevo que me parecem corretas, importantes ou originais, passados uns dias, quando as releio se mostram: erradas, sem importância e desatualizadas.